sexta-feira, 12 de julho de 2013

Um filme “delicioso” .


Ontem assisti a um filme de 2001 que me fez pensar: Por que demorei tanto tempo? É um longa-metragem tão singelo e bonito que recomendo.

O Fabuloso Destino de Amélie Poulain é um filme “delicioso” de assistir, pra cima, alegre, alto-astral, divertido, ágil, otimista. Daqueles que você vê com um sorriso estampado no rosto. A cara de travessa de Amélie (Audrey Tautou), seu olhar doce e penetrante, me fez acreditar que o mundo pode ser um lugar melhor e mais justo para viver.
Para mim, é um filme simples, mágico, único e inesquecível.
A cena do pintor falando com Amélie sobre a menina do quadro (é Amélie a menina do quadro) que estava pintando: "Ela prefere imaginar uma relação com alguém ausente do que criar laços com aqueles que estão presentes". Amélie: "Hummm, pelo contrário. Talvez faça de tudo para arrumar a vida dos outros". Pintor: "E ela? E as suas desordens? Quem vai pôr em ordem?".
Novamente o pintor entra em cena e dá um norteio para Amélie, que se encontrava confusa: (...)"Então, minha querida Amélie, você não tem ossos de vidro. Pode suportar os baques da vida. Se deixar passar essa chance, então, com o tempo, seu coração ficará tão seco e quebradiço quanto meu esqueleto. Então, vai em frente, pelo amor de Deus".
Opssssssss, parando por aqui senão vai virar “spoiler”.
Esse filme é mágico, daqueles que é preciso sempre ter por perto para rever e entender a vida de um outro modo.
Você, com certeza, não vai sair imune quando assistir essa obra encantadora, diferente e especial.

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