terça-feira, 28 de maio de 2013

Amei a luz se infiltrando por entre as arvorés num jardim na Inglaterra fiquei ali por horas a fio.
(© Jesper Anhede/National Geographic Traveler Photo Contest)


A primavera chega, o gelo vai derretendo e eu sozinha naquele imenso azul em uma edilícia cumplicidade.

O homem faz e a natureza leva...a cada monção um pedaço desse lugar vai embora até que nada reste.



O menino caminhando por entre as ruas que parecem labirintos em Jacarta. Vinha me dizer que a minha viagem estava acabando só tinham mais duas paragens.
 


 
Agora quem me encara é a mulher de pescoço grande adornado com argolas. Um olhar orgulhoso de ser quem é e do que faz.
 





Ao mesmo tempo que é assustador ver o poder das águas. É livre, leve e solto ver as andorinhas voando em dominio total...sensação de liberdade que dá.

Que vontade que deu de pegar as bolinhas de âmbar formadas pelas seivas das árvores que se solidificavam em pleno voo enqto caiam.

- O lago na Indonésia com suas aguas limpas e transparentes de um verde e azul constrastando com o cinza do vulcão, fiquei ali por horas admirando a paisagem.







Encarei o peregrino na India. Incrível é como se ele estivesse me olhando, e querendo me dizer algo.
Quantas histórias ele tem para me contar. Gostaria mesmo de ouvi-las.

 

Vi o mar revolto após uma frente fria que desceu do norte trazendo temperaturas de congelamento.



Andei contra o vento no Marrocos com a pequena raposa do deserto.