Estou melancólica
nessa época do ano eu fico assim. Quando
criança meus natais foram tristes. Via todas as crianças ganhando presentes do
papai Noel, sim eu acreditava que ele existia, e eu não ganhava.
Acreditava na minha inocência que eu não tinha sido uma boa criança no ano que estava indo embora e por isso papai Noel não tinha vindo me trazer presentes. Via-me como uma criança má que merecia estar sendo punida.
Uma vez só uma vez descobri que papai Noel podia virar gente comum . Um amigo do meu pai japonês, não lembro o nome dele agora, eu devia ter uns oito anos de idade, veio em nossa casa, e trouxe presentes para mim e meus irmãos.
Ganhei um fogãonzinho com panelinhas. Lembro-me de ter brincado por horas, não acreditava que tinha ganhado aquele presente, era o meu primeiro presente de natal, estava muito feliz.
Passei o dia e mais da metade da noite, sentada na soleira da porta da cozinha brincando com o meu fogãonzinho, fiquei ali preparando comidinhas nas minhas panelinhas e naquele momento acreditei que papai Noel se transformava em pessoas como naquele amigo do meu pai, não me lembro do nome dele, e também não me lembro de ter visto ele depois daquele natal.
Tive um natal feliz, mas mesmo assim depois de anos e já adulta fico melancólica. É uma pena o natal ter sido transformado em presentes, roupas bonitas. As crianças que não tem acesso a isso sofrem por acharem que papai Noel não gosta delas.
Natal não é isso. É celebrar a vida, confraternização com as pessoas que amamos.
Lembrar-se do amor de Jesus Cristo e do seu nascimento.
Hoje no dia de natal, onde estiver esse amigo do meu pai e sua família, que Jesus Cristo abençoe a ele, porque num dia de natal, há muitos anos atrás, ele fez uma garotinha e seus irmãos às crianças mais felizes do mundo.
Acreditava na minha inocência que eu não tinha sido uma boa criança no ano que estava indo embora e por isso papai Noel não tinha vindo me trazer presentes. Via-me como uma criança má que merecia estar sendo punida.
Uma vez só uma vez descobri que papai Noel podia virar gente comum . Um amigo do meu pai japonês, não lembro o nome dele agora, eu devia ter uns oito anos de idade, veio em nossa casa, e trouxe presentes para mim e meus irmãos.
Ganhei um fogãonzinho com panelinhas. Lembro-me de ter brincado por horas, não acreditava que tinha ganhado aquele presente, era o meu primeiro presente de natal, estava muito feliz.
Passei o dia e mais da metade da noite, sentada na soleira da porta da cozinha brincando com o meu fogãonzinho, fiquei ali preparando comidinhas nas minhas panelinhas e naquele momento acreditei que papai Noel se transformava em pessoas como naquele amigo do meu pai, não me lembro do nome dele, e também não me lembro de ter visto ele depois daquele natal.
Tive um natal feliz, mas mesmo assim depois de anos e já adulta fico melancólica. É uma pena o natal ter sido transformado em presentes, roupas bonitas. As crianças que não tem acesso a isso sofrem por acharem que papai Noel não gosta delas.
Natal não é isso. É celebrar a vida, confraternização com as pessoas que amamos.
Lembrar-se do amor de Jesus Cristo e do seu nascimento.
Hoje no dia de natal, onde estiver esse amigo do meu pai e sua família, que Jesus Cristo abençoe a ele, porque num dia de natal, há muitos anos atrás, ele fez uma garotinha e seus irmãos às crianças mais felizes do mundo.
